www.sixt.de
Logo Button II
zanox Affiliates find Affiliates
120x60_int3.gif
120x60.gif

 

 
 
 
Dicionário Automóvel

 

A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z

 

Cabeça do motor

Nível superior do motor, acoplado acima do bloco e onde estão as válvulas de admissão e escape, balanceiros e árvores de cames.

Cabrio

Carroçaria aberta, em geral descapotável, com uma capota de lona, derivada de uma berlina ou de um coupé.

Caixa sequencial

Denomina-se sequencial, às passagens de caixa manuais, mas em lugar de se engrenar as relações na tradicional forma H, basta mover a alavanca da caixa numa sequência longitudinal, para a frente e para trás. Também são consideradas caixas sequenciais, as velocidades manuais accionadas por botões sobre o volante (Tiptronic).

Camber

Ângulo de inclinação da roda em relação à linha vertical quando vista de frente. Se a superfície inferior do pneu se encontra mais afastada da carroçaria do que a superfície superior do mesmo, o camber está negativo. Na situação contrária o camber é positivo.

CAN

(Controlled Area Network) Circuito utilizado para a transmissão digital de dados.

Carroçaria

Parte do veículo habitualmente destinada aos ocupantes e à carga. Parte visível da viatura. Corpo do veículo.

Caster

Ângulo existente entre o eixo vertical da roda e o eixo de rotação desta.

Catalizador

Está situado no interior do tubo de escape, recondiciona os gases produzidos na combustão. No catalisador, os gases combinam-se quimicamente e saem para a atmosfera outros menos nocivos, como se a combustão tivesse sido perfeita. Este elemento é obrigatório em todos os veículos a gasolina. Mas a gasolina com chumbo - a tradicional super - desactiva a acção do catalisador. Nos motores Diesel também se utilizam os catalisadores, com menos funções e sem a regulação electrónica necessária aos motores a gasolina.

CBC

(Cornering Braking Control) Sistema de controlo de travagem em curva. (BMW)

CDI

Diesel de injecção directa "common-rail". Sigla utilizada pela Mercedes para designar estes motores.

CGI

(Charge Gasoline Injection) Sigla utilizada pela Mercedes para designar injecção directa a gasolina.

Chassis

É composto pelo motor, suspensão, rodas, travões e direcção assentes sobre a plataforma.

Cilindrada

Volume geométrico dos cilindros ocupado pelo conjunto de pistões. Permite saber a capacidade de esforço que o motor pode desenvolver.

Cintos de segurança com limitadores de esforço

Em colisões de alguma gravidade, o cinto de segurança pode causar forte pressão sobre o tórax. Quando um cinto de segurança atinge uma determinada pressão, é possível diminui-la ligeiramente, mediante um dispositivo para o efeito, pois nessa altura o airbag já terá actuado e será capaz de reter o ocupante. Com todos estes mecanismos de segurança, que actuam no decorrer de uma colisão, reduz-se o risco de lesões provocadas pelo sistema de retenção com toda a eficácia necessária. Para que a actuação do cinto de segurança seja eficaz, é necessário colocar o cinto de maneira correcta e de forma a que o ocupante fique o mais "agarrado" possível à estrutura do veículo, através do banco. Isto é possível devido à inclusão dos referidos tensores de esforço. Common-Rail - É uma das mais recentes tecnologias no mundo dos motores Diesel. Modular, necessita de alterações pouco dispendiosas para que o construtor o possa incorporar em motores já existentes. Em vez das tradicionais bombas, este sistema funciona alimentando um acumulador até que a pressão do gasóleo alcance os 1.350 Bar. Os injectores "alimentam-se" desta reserva de gasóleo a alta pressão. Porque funciona a uma pressão constante e não precisa de gerar essa pressão a cada vez que o injector a pede, o sistema é mais silencioso que o das bombas tradicionais. Como existe uma reserva continua, podem realizar-se pequenas injecções de gasóleo, à medida das necessidades do motor, reduzindo desta maneira o nível de ruídos, consumo e emissões de gases. É também conhecido por sistema de rampa comum.

Climatização

O mesmo que ar condicionado.

Climatização automática

Sistema de ar condicionado em que o aquecimento/arrefecimento do habitáculo são comandados automaticamente. O utilizador só tem que controlar a temperatura que deseja.

Coeficiente de resistência ao ar

Valor que define a aerodinâmica da configuração do automóvel. Quanto mais baixo for o cx, melhor. Um cx de 0.28 pode considerar-se bastante bom.

Colector de admissão

Tubagem encarregue de direccionar o ar para os cilindros do motor.

Colector de escape

Tubagem que faz parte integrante da linha de escape e encarregue de direccionar os gases de escape imediatamente à saída do motor para o catalisador ou silenciador mais próximo.

Compensador de ralenti

Forças externas podem resultar no aumento ou diminuição do regime do ralenti. O compensador actua de forma a estabilizar e manter o regime de ralenti a um nível pré-definido.

Controlo de travagem em curva

É uma evolução do sistema de ABS, capaz de detectar, se ao travar em curva há o risco de derrapagem ou da perda de aderência do trem traseiro do veículo. Tem variadas denominações consoante as marcas - ESBS na Seat, CBC na BMW, etc - pode ajustar, durante uma travagem, a intensidade do travão sobre cada roda para evitar os desequilíbrios já mencionados.

Controlo electrónico de estabilidade

É um sistema totalmente automático encarregue de avaliar se o veículo é capaz de efectuar a trajectória que o condutor pretende quando está ao volante. Em caso negativo, o sistema é capaz de actuar sobre o acelerador, mas também sobre o sistema de travagem em cada uma das rodas de forma independente, tentando aproveitar toda a aderência disponível para efectuar a trajectória pretendida pelo condutor. Este sistema deriva também do ABS, e tem capacidade instantânea de anular a tendência sub e sobreviradora do veículo. No primeiro caso, o sistema irá travar automaticamente a roda traseira interior à curva para garantir a plena trajectória do veículo. Se o veículo derrapa, o sistema pode compensar travando a roda dianteira interior. Caso o condutor esteja a travar, o sistema encarrega-se de modificar adequadamente a força de travagem em cada roda para levar o carro a bom porto... sempre dentro do permitido pelas leis da física. Em geral este sistema denomina-se ESP, mas alguns construtores chamam-lhe DCS, Stabilitytrak, etc.

Corte de injecção

Dispositivo de protecção do motor para evitar excesso de rotação. A partir de umas rotações de motor preestabelecidas (normalmente na zona vermelha do conta-rotações), deixa de se administrar combustível de modo a evitar o aumento de velocidade e de rotações. Segundo o caso, as consequências podem ir de uma desaceleração brusca a um suave limite na aceleração. Este dispositivo não evita um possível excesso de rotações provocado por uma redução mal feita.

Coupé

Originalmente denominado por um veículo "cortado" a partir dos lugares dianteiros, actualmente pode ser um veículo de cinco lugares e sempre com duas portas. A maioria dos construtores utilizam os coupés para as versões mais desportivas.

CPU

(Center Processing Unit) Computador central ao qual estão ligados os vários sistemas e dispositivos do automóvel.

Crash box

Caixa de colisão. Elemento situado entre as barras transversais dos pára-choques e a carroçaria. Concebido de forma a evitar danos mais dispendiosos nas peças de apoio. A caixa de colisão é aparafusada e pode ser facilmente substituída sem custos elevados.

Crash-test

Ensaio de colisão com um veiculo. Existem muitos ensaios regularizados, mas nem todos são obrigatórios para a homologação de um veiculo. Estes ensaios realizam-se com uns manequins no interior dos veículos -denominados "dummies"- capazes de registar também os danos biomecânicos sofridos pelos ocupantes durante a colisão. Estes testes já permitiram salvar muitas vidas.

Cruise-control

Sistema capaz de manter de forma constante uma velocidade pré-estabelecida. O automóvel acelera automaticamente numa subida e "levanta o pé" numa situação de descida acentuada. Já existem automóveis no mercado que vão mais além, sendo capazes de manter a velocidade desejada, mas ajustando-a conforme as condições do trânsito. Vários radares encarregam-se de "ver" o terreno á frente do carro e de acelerar - ou travar - automaticamente quando um automóvel mais lento se atravessa no seu caminho. Quando o obstáculo desaparece, retoma automaticamente a velocidade pré-definida.

CSA

(Crash Severity Algorithm) Programa de cálculo existente na centralina que calcula o tempo e a força do impacto em caso de acidente.

CSC

(Cornering Stability Control) Como ESP.

Curso

Chama-se curso à distância que é intermédia entre um pistão e cada um dos tempos do motor, e que é igual, à distância existente entre o ponto morto superior e ponto morto inferior. A sua dimensão é expressa em milímetros. Em conjunto com o diâmetro, define o volume movimentado por cada um dos pistões.

CVCC

(Completely Vortex Combustion Chamber) Câmara de combustão de carga estratificada introduzida pela Honda em 1992.

CVT

(Continuously Variable Transmission) Caixa de velocidades de variação continua. Este tipo de transmissão oferece um número infinito de ralações de caixa.

CVTC

(Camshaft Variable Timing Control) Sistema de abertura das válvulas variável. Designação utilizada pela Nissan.

 

 

 

AutoScout24 – Groß macht günstig.